A Catharina Sour parece simples de descrever: cerveja de trigo, ácida, com fruta, cor intensa e muita refrescância. Mas por trás dessa aparente simplicidade existe uma decisão técnica central que define tudo: de onde vem a acidez? O Lactobacillus segue sendo o padrão de referência, mas as leveduras Lachancea thermotolerans estão ganhando espaço no mercado. Para mergulhar nessa disputa, o Brassagem Forte trouxe Plati Pedraja, cervejeiro caseiro e número 1 no ranking nacional de prestígio, com histórico extenso de medalhas em Catharina Sour nos maiores concursos do país.
Antes de comparar os microorganismos, é preciso alinhar o que é uma Catharina Sour bem feita. Para Plati, a resposta está no guia: refrescante, ácida, com caráter de frutas vivas e fermentação limpa. O equilíbrio é inegociável. Acidez em excesso desequilibra; acidez tímida demais descaracteriza o estilo. O alvo é uma acidez firme e lática, aquela que lembra iogurte, não vinagre. O pH ótimo para o estilo, na experiência de Plati, fica em 3,2.
Confira esse papo!
O Brassagem Forte conta com a parceria da Hops Company, da Levteck, da EZbrew e da Cerveja Stannis.
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