#52 – Da panelinha a Cervejaria

Quem aqui nunca pensou em abrir uma cervejaria depois de tua cerveja receber aquele elogio?

Nesse episódio, com a parceria da Cerveja da Casa e da Levteck, você encontrará razões de sobra para NÃO abrir uma cervejaria, terá uma aula de desmotivação ministrada pelo Estevão e vai descobrir que membro desse nobre podcast já foi a um baile funk. Se isso não te desmotivou, vamos falar de como (não) ir da panelinha a Cervejaria.

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6 respostas para “#52 – Da panelinha a Cervejaria”

  1. Descordo!
    Tudo na vida é um processo, arriscar faz parte da vida, óbvio que abrir qualquer empresa não é bem assim… porém só saberemos se dará certo ou não arriscando, caindo, levantando… Foi realmente um tentaiva de desmotivação para não haver concorrência…
    O sol nasce para todos e arriscar faz parte da vida!

    1. Concordamos que tudo na vida é um processo. Aprender a não por em risco a estabilidade financeira da família e o próprio futuro sem o mínimo de preparo também! Uma cervejaria a mais ou uma a menos, num mercado que cresce vertiginosamente certamente não incorre em aumento de concorrência… E veja bem, o concorrente que vai trazer problemas para as empresas bem estabelecidas é aquele que está bem preparado e com o tema de casa feito.

  2. Desmotivante? Não ….
    Totalmente equivocado de cara, cervejeiro caseiro não deve vender cerveja porque não pode (tá.. faz sentido), agora que estão roubando mercado já ouvi desculpas melhores. Como caseiros eles divulgam cerveja artesanal, incentivam o consumo e abrem opções para a cervejaria, nenhum caseiro abastece seu “consumidor” e isso é uma grande abertura para buscar a cerveja artesanal e não mais “AMBEV”. Quem realmente rouba o mercado e destrói as verdadeiras cervajarias são os investidores de momento com esse monte de cerveja que abre e mal entende do assunto, tem dinheiro e ponto final, não precisa lucrar.
    A diferença do paneleiro para a cervejaria está justamente no feeling administrativo e no empreendedorismo, isso faz alguém abrir uma cervejaria e dar certo. Analisar o mercado e entrar é o diferencial, é fato, um rótulo e um diferencial são o que vende. Com certeza produzir uma cerveja boa é a base, mas ser empreendedor e o caminho. Assim como mhares de costureiras caseiras sonham em abrir uma malharia, e a venda de garagem delas não “roubam mercado”, nem todas elas conseguem abrir malharias, o que muda é o que vc quer fazer da tua vida, não como diversão e sim como profissão. Quer apenas fazer cerveja, faço um curso de cervejeiro e seja contratado ou faça em casa… Nesse ponto eu concordo cervejaria é uma empresa! Agora se entrar no mercado vc não pode condenar a forma como outras empresas atuam ou fazem sua distribuição bem vindos ao “capitalismo”! E claro quer abrir uma empresa e não trabalhar? Toda empresa bem sucedida requer trabalho, dedicação e visão empreendedora, ou seja não existe receita.

    1. Cervejeiro caseiro não rouba mercado, mas sim, atrapalha o processo de formação da massa crítica consumidora ao vender ilegalmente, um produto que muitas vezes tem qualidade duvidosa e sem a carga tributária devida (incorrendo num preço irreal).
      Quanto a AMBEV e outros grandes conglomerados, certamente essas empresas têm uma parcela muito muito ruim na pressão sobre o pequeno produtor. Mas não há como negar a grande força de marketing no sentido de popularizar a cerveja artesanal.
      Quanto a condenar e/ou criticar, acredito muito que isso seja obrigação de quem já está dentro do mercado. Pois permite quem está fora e quer entrar, fazer uma reflexão mais profunda sobre as vantagens e desvantagens do empreendimento. E ainda tem o bônus de vivermos num mundo capitalista E com liberdade de expressão 😉

  3. Algumas opiniões são bem realistas, mas eu esperava no mínimo um episódio sobre como a suricato começou, como se dar bem, algo mais motivante, mas o que eu vi na verdade foi um episódio que eu sinceramente não sei se era pra eliminar concorrência ou se era um desabafo de um cara que está completamente desgostoso com a propria carreira. Ai tu fala que a maioria é como a galera do Fundão, se querem uma crítica construriva, sejam o professor que se importam com os que se interessam não o professor que acha que todo mundo não ta nem aí.

    1. Criticas construtivas são sempre bem vindas 🙂
      Quem sabe num próximo episódio não rola uma “entrevista” com o Chittó para compartilhar não só as amarguras, mas também as partes boas.

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