#40 – Kveik (Quack, Kvaque, Qüaique)

Das fazendas norueguesas, sendo compartilhada entre famílias e penduradas em pedaços de madeira para secar, para as panelas de cervejeiros caseiros de cervejarias.

Nesse episódio, com a parceria da Cerveja da Casa, da Fermmento Labs, e da BOD, vamos falar sobre as particularidades dessa levedura maluca que apareceu faz 5 minutos no Brasil e já amamos, a Kveik.

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6 respostas para “#40 – Kveik (Quack, Kvaque, Qüaique)”

  1. Massa galera. Tive oportunidade de fazer algumas brejas com kveik. Quase todas bem sucedidas. Apenas uma ficou com a laranja passada bem passada hauahahhaha ficou meio difícil!!! Mais é isso aí. Sucesso massa o pod!

  2. Buenas, escutei o áudio, muito esclarecedor…
    No tocante ao corpo da cerveja que foi falado que uma característica que ela “seca” muito, posso acrescentar um comentário que pode ajudar…
    Na verdade a atenuação do mosto fica entre 75a 80% (aparente) o que acontece é que a produção de glicerol é baixa com essa cepa em algumas condições, dando esta impressão de corpo baixo na cerveja.
    Uma solução pode ser fazer uma inoculação de levedura mais baixa e trabalhar numa temperatura de 30 graus, pra estressar a levedura e assim forçar a produção de glicerol.

    1. É um ponto super interessante, pelos poucos estudos que vimos sobre isso é que boa parte das cepas não geram glicerol em condições “normais” (para os padrões da cepa) de fermentação. Mas é um teste super válido!

  3. Aews…

    Ontem comecei um lote para o inverno 2020 com kveik.
    Fiz um mosto de Foreign Extra Stout e inoculei a 39 °C. Não sei nem se combina uma Stout com esteres frutados, mas fiz. Assim que atenuar, vou fazer um coldzinho e vou mandar para um barril de carvalho americano, onde vou experimentando de mês em mês.
    Um problema: como estava usando uns 45% de grãos não maltados, meio que entupiu tudo e caramelizou (torrou pra caralho) o mosto. Como é uma Stout, segui o baile. Tô com a oferta de fingir que fiz dupla decocção, uma pelo melanoidina que faz parte do grist e outra por conta da “torrefação” do mosto. Será que essa caramelização bem forte estragou a bera?
    Abraço.

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